LXXIII dia

Depois se um tempo, resolvi de responder às mensagens do P., aquele que até alguns anos atrás, eu considerava a minha alma gêmea (antes de descubrir que não existe nenhuma alma tão parecida com a minha da me poder amar suficientemente). Me perguntava como estou e falei pra ele a verdade. Que é um período ruim, que estou cansada, que não entendo o porque de toda essa dor.

Quando falo com ele sempre penso que foi muito esperta em não escolhe-lo pra ficar juntos. De um jeito, poupei a sua vida. Agora está casado, tem um filho e imagino esteja feliz. O que eu poderia oferecer pra ele, além das boas lembranças.

E só que é estranho perceber como as pessoas que me disseram que me amavam, acabaram todas casando com outras mulheres. Talvez é por isso que eu mesma me casei com alguem que nunca me amou como eu quero ou preciso.

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